Arquivado em agosto, 2010
admin on agosto 18th 2010 em EMPRESARIAL
Você é cliente dos outros?
Sempre somos clientes dos outros…
Os outros são seus clientes?
Nem sempre, porém existem sempre clientes…
Você é cliente de si mesmo?
Sim, sempre somos clientes de nós mesmos, queremos sempre algo de nos mesmos…
Entendendo o cliente
Como extrair do cliente a sua real necessidade?
Como não matar o sonho do seu cliente?
Como não tirar o entusiasmo do seu cliente?
Como deixar seu cliente satisfeito?
Uma idéia do cliente é sempre um bom negócio?
admin on agosto 17th 2010 em COZINHA
Opinião
Normatizar os equipamentos de cozinha industrial não significa padronizar, normatizar significa que determinados pontos devem ser respeitados incondicionadamente, que as informações sejam verdadeiras, que permita aos consumidores avaliar e poder adquirir aquilo que realmente necessita para o seu negócio.
No Brasil a atividade de alimentação fora do lar passa por período embrionário, não é diferente com referência os equipamentos destinados ao setor de cozinha industrial. É imperativo que nós profissionais praticantes, juntamente com os empresários (industrias, importadoras, comerciantes, varejistas, etc.) envidarmos esforços na direção da profissionalização do segmento. É necessário que sejam estabelecidas regras para a fabricação, comercialização e operacionalização destes que são base importante na elaboração dos alimentos que consumimos.
Com regras bem definidas para a construção de equipamentos para cozinha industrial, poderemos enfatizar juntamente com os órgãos governamentais no sentido da aplicação correta da normatização e exigir que as licitações públicas que somam a grande maioria dos negócios, possam rapidamente dissipar a cultura “do fazer certo e bem feito”. No setor público, na montagem de uma cozinha industrial, é obrigatório acabar com a forma desrespeitosa como é praticado atualmente, com conjunto de espaços desordenados e equipamentos absolutamente sem qualquer qualificação. Não se pode permitir que governantes, por decisões absolutamente políticas, edifiquem cozinhas industriais públicas (merenda escolar, presídios, hospitais, ranchos, etc.) sem se quer atender aos mínimos requisitos da legislação atual.
Uma cozinha industrial, pequena, média ou grande, seguem necessariamente os preceitos de uma “industria”, precisa estar setorizada e equipada de forma a respeitar as diferentes necessidades dos vários insumos utilizados na preparação dos alimentos. Não se pode permitir que alimentos sejam preparados em ambientes onde não seja possível mantê-los em suas condições adequadas de temperatura e que não haja a possibilidade de contaminação cruzada com outros alimentos e também com elementos estranhos sempre presentes na atmosfera.
Vantagens
A normatização dos equipamentos de cozinha industrial possibilitará maior facilidade na capacitação dos operadores, melhores resultados poderão ser obtidos!
Planejar uma cozinha industrial ficará mais facilitado e o mais importante é que a implementação acontecerá refletindo os preceitos desenvolvidos no projeto da cozinha industrial.
Será possível aos leigos do segmento de cozinha industrial edificar seus negócios com mais facilidade e com garantias para obter os resultados planejados e desejados.
Será possível avaliar cada equipamento para cozinha industrial, pois as informações dadas pelos fabricantes deverão ser verdadeiras, refletir a real capacidade de cada equipamento.
Legislação
NBR. 14518 – Ventilação para cozinha industrial
Referências
NSF, UL, CE
Links
NSF, INMETRO, ABNT
admin on agosto 16th 2010 em ALIMENTAÇÃO
Conceito
Alimentávamos de frutas, raízes e outros alimentos colhidos da natureza e de “caças”, sempre para consumo imediato… éramos nômades… a fixação em coletividades, as dificuldades de alimentação fizeram com que fossem desenvolvidas as praticas de domesticação dos animais e plantio dos alimentos…passados os anos e a evolução da humanidade com a criação e crescimento das cidades e a então necessidade de se produzir alimentos à maiores distâncias…vem então a necessidade de “preservar”.
Legislação
A sociedade mundial, com o passar dos tempos vê a grande necessidade de se relacionar, fazem que nos mais distantes pontos da Terra, a criação e aplicação de técnicas para a preservação dos alimentos. O ser humano precisa de segurança ingerindo alimentos saudáveis.
O Codex Alimentarius foi criado em 1963 pela FAO e OMS para desenvolver normas alimentares e muitos países assinam o convênio com objetivo de dissipar e se comprometer com a saúde humana, principalmente com respeito a alimentação.
No Brasil, o estado de São Paulo saiu na frente com a Portaria CVS-6/99, (10.03.1999) alterada pela Portaria CVS 18 (9.9.2008), na seqüência o governo federal através da ANVISA aprova a Resolução RDC 216, (15.09.2004), começa então a dissipação no território brasileiro das exigências para se construir, implantar, operar e oferecer alimentos “fora do lar”. Treinamentos são ministrados aos funcionários dos órgãos estaduais e municipais, que ficam com a responsabilidade da aplicação da lei.
Cuidados
Manter a temperatura dos alimentos conforme recomendado, isto manterá o alimento saudável por mais tempo;
Nunca deixar alimentos expostos;
Todo alimento: cru ou cozido, tem grande degradação e crescimento microbiano entre as temperaturas acima de 10 graus e abaixo de 60 graus Celsius;
Na cadeia alimentar, principalmente aqueles que se alimentam fora do lar, vem a preocupação de onde tomar suas refeições…
