Arquivado em outubro, 2011
admin on outubro 14th 2011 em INTOXICAÇÃO ALIMENTAR
Estudo feito pela a Global Hygiene Council, relevou que as bactérias como Campylobacter jejuni, Escherichia coli e Salmonella Senftenberg, responsáveis por intoxicação alimentar, a Listeria monocytogenes, pode causar sintomas semelhantes ao da gripe ou até mesmo doenças graves para recém nascidos e o Staphylococcus aureus, pode gerar infecção urinária e pneumonia, podendo sobreviver até 48 horas dentro da residência.
Estas podem entrar de diversos meios para dentro de casa, como alimentos, panos de prato, objetos, potes de plástico, facas de aço, entre outros. E sua proliferação é de acordo com as condições ambientais. Como no caso dos panos, após limpar um superfície, é importante higienizá-lo e colocá-lo para secar, evitando que o tecido se torne um reservatório ou um condutor para a proliferação de microrganismos. Assim como os potes de plástico que se contaminados e colocados em geladeira, acabam contaminando os demais alimentos refrigerados.
A pesquisa também constatou bactérias presentes no aço inoxidável, e notou que o tem maior sobrevivência sobre o metal é Staphylococcus aureus.
Para evitar contaminações é preciso utilizar produtos de limpeza ao higienizar os utensílios e locais de manipulação de alimentos, como produtos antibacterianos, que são capazer de eliminar até 99,9% das bactérias.
Fonte: www.hygienecouncil.com
admin on outubro 7th 2011 em INTOXICAÇÃO ALIMENTAR
O Procon do estado de Alagoas fiscalizou entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro, supermercados e mercados da região e apreendeu 1,9 toneladas de alimentos estragados que estavam sendo vendidos em dez dos maiores supermercados de Maceió.
A fiscalização chamada de “Operação Alimento”, encontrou produtos com a validade vencida, sem o armazenamento adequado ou informações importantes ao consumidor e alimentos sem condições para o consumo humano. Dentre supermercados de marcas nacionais, estaduais e regionais. Todos serão multados. Os valores das multas podem variar de acordo com a irregularidade e poder do pagamento da empresa, o quais podem chegar a R$6 milhões. As empresas têm 10 dias para recorrer.
Os alimentos mais prejudicados com a falta de controle higiênico sanitário foram os cárneos embutidos, totalizando 90% dos produtos encontrados.
Segundo o superintendente do Procon em Alagoas, Rodrigo Cunha, este acontecimentos “faz parte da cultura dos supermercados”.
“Um fator que chamou a atenção é que há diferenciação de classes. O público desses embutidos, como a mortadela, é de pessoas que não têm muita informação. Encontramos produtos mais caros armazenados no freezer, como deveria ser. Os mais baratos ficavam expostos a 29°C”, afirmou o superintendente do Procon-AL.
Cunha informou que outro fato que chamou a atenção dos fiscais é que as irregularidades foram encontradas nos maiores supermercados, que detêm a maioria dos consumidores da capital alagoana.
“Não foi em nenhum mercadinho escondido na cidade, aconteceu nas grandes redes do Estado. Todas tinham problemas que poderiam trazer prejuízo à saúde”, disse ele, alertando ainda que a ação também será realizada no interior de Alagoas.
O Procon-AL pede que os clientes que se sintam lesados ao adquir alimentos estragados façam denúncias ao órgão. As informações podem ser repassadas pelo telefone 151 ou pelo site do Procon (www.procon.al.gov.br).
Em defesa o presidente da Associação de Supermercados de Alagoas (ASA), Raimundo Barreto, diz que ficou surpreso com ocorrido e acredita em falha humana e que irá redobrar a atenção para que seus clientes não sejam prejudicados.
Veja a matéria completa: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/09/08/procon-apreende-19-tonelada-de-alimentos-estragados-em-supermercados-de-maceio.jhtm
admin on outubro 4th 2011 em INTOXICAÇÃO ALIMENTAR
No dia 27 (terça-feira) do mês de Setembro deste ano, estudantes da escola municipal Iracema Maria Vicente, localizada no bairro Rita Vieira em Campo Grande – Mato Grosso do Sul, passaram mal com sintomas de intoxicação alimentar aos almoçar na escola.
Os estudantes forma levadas pelo o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e também pelo Corpo de Bombeiros para o Centro Regional de Saúde nos bairros mais próximos.
Foram recolhidas amostras para análise da refeição servida no dia e dos alimentos estocados. Os alunos almoçaram arroz, feijão, farofa com ovo e salsicha e salada de repolho com tomate.
Na segunda-feira, dia 03 de outubro o Laboratório Central de Saúde Pública do Mato Grosso do Sul (Lacen-MS), o qual fez a análise dos alimentos supostamente contaminados, informou por nota publicada no site do governo estadual, o resultado da análise. Foi constatada a presença da bactéria estafilococos, por conta disso os estudantes apresentaram vômitos, diarréia e até alguns desmaios. De 557 alunos da escola, 180 passaram mal.
