A cena parece estranha mas pode se tornar obrigatório nos restaurantes do Rio: tramita na Câmara Municipal projeto de lei (PL) que obriga clientes e funcionários de estabelecimentos com self-services, bufês ou rodízios a usar máscara cirúrgica. O PL, do vereador e médico Jorge Manaia (PDT), determina a proteção para manusear alimento em áreas expostas e coletivas sob pena de multa de R$ 300 a R$ 30 mil.
Projeto de 2009, estabelecia uso da máscara em qualquer circunstância, mas foi vetado. No fim de 2010, a proposta foi reeditada para torná-la obrigatória só em casos de epidemias, com intenção de evitar contaminação de alimentos por partículas de saliva ou espirros. “Essa lei foi criada na época da H1N1 (gripe suína)”, detalhou Manaia, que espera aprovar o projeto, em análise de comissões, até o fim do ano.
O projeto divide opiniões. Para o biomédico Roberto Martins Figueiredo, conhecido como o Dr. Bactéria do programa ‘Fantástico’, a medida é ineficaz: “O principal modo de contaminação não é pelas vias respiratórias, é pelas mãos. Lavá-las é muito mais necessário”, diz, lembrando recomendações da Anvisa: manter alimentos em temperatura adequada; ter proteções de vidro entre alimentos e clientes e, em vez de repor comida, substituí-la.
Clientes e especialistas contestam a eficácia da lei
Entre especialistas e clientes, a máscara é polêmica. O projeto de lei recomenda qualquer tipo de proteção respiratória, mas o Dr. Bactéria garante que os objetos comercializados em farmácias não evitam que a saliva seja lançada.
“Artigos científicos estrangeiros falam que estas máscaras não servem para nada. Deveriam especificar a melhor”, diz a enfermeira Edvana Lopes, 30 anos e frequentadora de self-service. O estudante de Odontologia Juliano Eloi Alves, 29, aprova a máscara: “Mas deveriam colocar pias perto da entrada, distribuir álcool gel, disponibilizar toucas e ter proteção para se servir”.
Opiniões divididas nos restaurantes
Para o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio (SindRio) acredita que a medida é altamente válida em casos de epidemias confirmadas pelo Município. Mas, como o custo das máscaras recairia sobre o comércio, os proprietários divergem.
Dono do Bandeira Futebol e Culinária, na Pça. da Bandeira, Mario Rubens Paraíso, crê que a nova obrigação provocaria aumento no preço da comida. Já Romário Araújo, gerente do Kilograma, na Rua do Riachuelo, Centro, aceitaria arcar com o prejuízo: “Dá credibilidade ao estabelecimento e mostra ao cliente que estamos preocupados com a higiene”.
Fonte: O Dia Online – 17/06/2011

O tema Sustentabilidade anda em alta nos noticiários, revistas, jornais, programas de TV e até mesmo nas empresas. E porque não falar dentro de uma cozinha, correto? Afinal este tema não só está relacionamento com o Meio Ambiente, mas também como fator Social, Político, Econômico, Espacial e Cultural. Alguns fabricantes de quipamentos de Cozinha já pensaram nisso e produzem equipamentos com algumas dessas características, como por exemplo, fritadeiras, frigideiras, fogões, chapas, chair broilers e fornos combinados agora também possuem na versão à gás. Têm a vantagem a economia de 40% de água, no espaço ocupado, tempo mão-de-obra e 60% de economia de energia. Caso esteja preocupado com o resultado final de seu alimento, não se preocupe! Em testes realizados não apresentarm perda no cozimento de verduras e legumes. Além disso, tem a aprovação dos Chefs de cozinha que sabem que estes equipamentos são tão eficientes quantos os elétricos. A Placontec, também elabora seus projetos com base nestes conceitos, visando o bom funcionamento de uma cozinha junto com o desenvolvimento sustentável, com o selo “verde”.

Na semana da APAS 2011, a empresa Cozil realizou o lançamento oficial de seu novo produto, Frigideira WOK.
Voltada para todos os tipos e tamanhos de estabelecimentos, desenvolvida com o apoio do consultor Amauri Pelloso, da Placontec, empresa especializada no desenvolvimento e implantação de negócios no setor de foodservice, a WOK Cozil é um equipamento compacto e leve com função basculante. Seu design, inspirado nas woks orientais – panelas em forma de meia esfera –, é apenas um dos motivos de seu grande segredo: a distribuição uniforme do calor no interior da câmara de cocção.

Para quem está por dentro do mundo dos Serviços de Alimentação, sabe que o curto espaço de tempo no preparo das refeições e a alta qualidade são fatores imprescindíveis dentro de uma cozinha. Ainda mais se tratando de uma cozinha industrial/ profissional, na qual seus clientes exigem a combinação destes fatores.
Pensando nisso o mercado oferece equipamentos mais compactos e que possuem diversas funções, para diferentes preparações. Como por exemplo, o uso do Cook Chill e Forno Combinado, no qual existem em diversos tamanhos e que auxiliam muito na operação da cozinha e sem alterações em seu produto final, mantendo as qualidades organolépticas do alimento, e sem falar na diminuição do desperdício de alimentos, aumento na produtividade, aumento da segurança alimentar, diminuição da Mão-de-obra.
Porém para ter um bom funcionamento dessa cozinha é necessário que tenha um boa supervisão, planejamentos, estratégias, treinamentos e profissionais qualidades ao operar os equipamentos. Porém é uma área que tende muito a crescer no Brasil.

A Placontec, disponibiliza 3 (três) diferentes tipos de EVENTOS, que você e sua empresa podem participar:
Bate Papo com a Placontec: Tem como objetivo de estabelecer um maior relacionamento entre o mercado de cozinhas em geral. Troca de experiências, visões de mercado.
Cursos: Promovem a orientação e a atualização de profissionais que já atuam ou que queiram ingressar neste mercado se Serviços de Alimentação.
Rodada de Negócios: Tem o interesse de formar novos contatos no mercado alimentício, varejista e de serviços. E de promover o estreitamento de relacionamento dessas diversas áreas.
ENTRE EM CONATO CONOSCO! eventos@placontec.com.br
